TEOLOGIA EM FOCO

terça-feira, 21 de abril de 2015

OS MÁRTIRES DA GRANDE TRIBULAÇÃO


“Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram” (Ap 6.9-11).

Estes santos vistos no presente texto são os mártires da “Grande Tribulação”, e sem duvida alguma eles fazem parte dos pregadores do “evangelho do reino” (Mt 24.14), pois a passagem diz que eles deram o seu testemunho.

Estas almas ou espíritos, cujo corpo estão na terra e ainda não foram ressuscitado, são completamente distintos dos mártires que morreram pela fé no tempo de Igreja. Todos os mártires da Igreja nesta altura já foram ressuscitados e arrebatados, são vistos coroados no céu representados pelos vinte quatro anciãos, e estão livres da Grande Tribulação.

Note que eles clamam por vingança (v. 10 - Veja ainda o Salmo 79). Por que isto? Porque o tempo da graça passou e eles oram com o mesmo ardor no juízo de Deus.

Duas coisas ainda devem ser ditas aqui, que mostra a diferença entre estes santos e a Igreja: 1. A igreja é vista coroada (2ª Tm 4.8, Ap 2.10). 2. Estes santos são vistos com palmas em suas mãos (Ap 7.9).

Que o Espírito de Deus continuara operando desde o céu, o que resultará na conversão de muitos judeus e gentios, salvos “através do fogo”. São estes os santos que percorreram o mundo e hão de pregar, não a mensagem do evangelho da graça, mas a mensagem do evangelho do reino (Mt 24.14), que se deferência por ser uma mensagem semelhante à de João batista e da Malaquias (Mt 3.1-10; Ml 3.18; 4.1-6). Todos estes vem a ser mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram. No tocante as vestes brancas que foram dadas a eles. O branco é a aparência característica do céu:

No capítulo 7 do verso 9 ao 14, o apóstolo João descreve uma cena no céu: “Uma grande multidão de pessoas, a qual ninguém podia contar, de todas as nações e tribos, e povos, e línguas” (v. 9). “E um dos anciãos me falou dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são e de onde vieram? Estes são os que vieram de grande tribulação, lavaram as suas vestes e as branquejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7.13-14).

Esta multidão não é a Igreja, como também os selados não são, pelos seguintes motivos:

1. É um dos anciãos que representam a Igreja que faz a pergunta a João (v. 3).

2. Se fossem a Igreja teriam sido arrebatados antes da Grande Tribulação.

De quem é composta está multidão?
1. De todas as nações que creram pelo trabalho dos 144.000.
2. De muitos crentes que ficaram, mas creram.

Estas pessoas são aqueles que eram amigos do evangelho, mas nunca tomaram uma posição, não aceitaram a Cristo como Seu salvador e não desligaram-se do pecado. Estes são os que vão ficar na terra depois do arrebatamento da Igreja. O anticristo e o falso profeta (Ap 13) que é o ditador do Império Romano ressuscitado, moverá grande e tremenda perseguição contra esta multidão, que terão de enfrentar cara a cara a Satanás e sujeitar-se á decapitação. Muitos com medo da morte negarão outra vez o nome de Jesus e renunciarão á fé, porém muitos, como uma multidão incontável em todo o mundo, voluntariamente, permanecerão fiéis, preferindo morrer pelo testemunho de Jesus.

“Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” (Ap 20.4).

João vê as almas daqueles que foram decapitadas por amor a Cristo e que guardaram Sua Palavra. Mas aqueles que não irão se dobrar perante a Besta, adorar sua imagem e aceitar a sua aliança, então serão salvos na Grande tribulação.

Convém lembrar, que nesse tempo, o Espírito Santo não estará mais na terra como agora, quando serve de guarda, de guia, de diretor e “Paracleto” da Igreja (Jo 14.17-26; 16.13-14). Eles terão que enfrentar sozinhos as hostes do mal, com o único desejo de serem salvos.

Note-se a diferença entre os cento e quarenta e quatro mil selados (Ap 7.1-8), e os mártires da Grande Tribulação (v. 9). O primeiro está na terra e estão selados por Deus; o segundo são os gentios, inumeráveis, que completa o número daqueles que “estavam debaixo do altar”, visto por João na abertura do quinto selo, agora tirados da Grande Tribulação, e estão no céu perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos, significando que as pessoas tinham alcançado, não somente a justiça e a pureza, mas também a vitória e gozo; e com palmas nas mãos. Estas palmas simbolizam os mártires. A Igreja representada pelos anciões está coroada, e os fiéis receberam o galardão após o arrebatamento, no Tribunal de Cristo (2ª Co 5.10; Ap 22.12). Mas os mártires receberão palmas que simboliza louvor.

João estava observando aquela cena de adoração e compartilhando daquela magnífica alegria, sem entender perfeitamente a visão: 

“Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram?” João ficou surpreso, mas respondeu ao ancião: “Senhor tu sabes”. E logo o ancião lhe respondeu: ...”estes os que vêm da Grande Tribulação...”.

Os cento e quarenta e quatro mil de Israel foi dado um sinal na testa para que ficassem isentos dos sofrimentos da Grande Tribulação. Os gentios deixados na terra após o arrebatamento da Igreja, depois de despertados e de reconhecerem Jesus como Seu Senhor e Salvador, foram oferecidos como mártires, sendo decapitados no período DA GRANDE TRIBULAÇÃO. Não “de grande tribulação” ou apenas “de muitas tribulações” (At 14.22), mas “DA GRANDE TRIBULAÇÃO”. Da tribulação sem igual durará três anos e meios (Dn 9.24-27), ou seja, a última metade da septuagésima semana de Daniel. Este é um período de tribulação como nunca houve, nem haverá jamais (Jr 30.4-7; Dn 12.1; Mt 24.21, 22).

O intenso sofrimento na Grande Tribulação não é suficiente para purificar os homens dos seus pecados. Somente o sangue do Cordeiro nos purificará de todo o pecado: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1ª Jo 1.7).

Deus mostra o Seu precioso carinho para as criaturas que lhe são fiéis. Carinho de pai e mãe, que quer bem aos seus filhos (Is 44.15-16). Esta é a grande e sublime promessa que alcançarão todos os vencedores.

Depois do Julgamento das nações se dará na terra a ressurreição dos mártires que foram mortos na Grande Tribulação pelo anticristo. Incluem nesta rubrica todos os crentes, perseguidos e maltratados até a morte por causa da Palavra de Deus e aqueles que não negaram Jesus e que ficaram fiéis ao Senhor testemunhando que eram de Cristo (Ap 20.4-6). Esses mártires reinarão com o Senhor no Milênio.

Palavra de encorajamento.
“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham (Ap 14.12-13).
Uma voz do céu, a voz de Cristo (10.4), ordena a João escrever, especialmente para encorajar aos que recusaram aceitar o sinal da besta.

Esta mensagem de consolo será então especialmente necessária, pois os muitos homens que tornarem-se crentes, aqui não falo mais dos cento e quarenta e quatro mil que já estarão na glória com o Senhor (Ap 14.3-4), mas daqueles que estarão diante da alternativa de adorar a besta ou morrer. Sua decisão por Jesus Cristo terá consequências terríveis. Por não negarem a fé e guardarem os mandamentos de Deus, haverá uma terrível perseguição até a morte.

“Bem aventurados, bem feliz os mortos que desde agora morrem no Senhor”. Estas palavras podem naturalmente ser aplicadas a todos os santos que dormiram, pois todos os que morreram no Senhor no decorrer dos séculos, estão salvos. O sangue e a justiça de Cristo são seu adorno e suas vestes de honra.

A voz celestial anuncia-lhes que ganharão muitíssimo através do martírio: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor”. Há uma promessa especial para aqueles que lavam suas vestiduras no sangue do Cordeiro durante a Grande Tribulação. Através do seu martírio eles tornam-se participantes de algo muito melhor do que se continuasse com a vida. Eles participaram dos rabiscos da colheita (Ap 6.9 e 11). Entretanto os santos salvos na Grande Tribulação não pertencem á Igreja-noiva, eles têm parte na promessa que foi dada a nós.

Hoje e agora, neste último prazo antes do arrebatamento, importa uma entrega completa a Jesus Cristo. Quem atualmente não dedica-se ao discipulado, este acaba desviando-se dos caminhos do Senhor. Mas agora ainda tem tempo para entregar teu coração a tua vida completamente ao Senhor. Aproveite o tempo e a oportunidade, e não endureça teu coração, pois a vida nesta terra é curta.

Todos os vencedores, desde os primeiros mártires da Igreja, incluindo os gentios salvos como através do fogo e os remanescestes de Israel, são salvos como através do fogo e o fiel remanescente de Israel, são salvos e vitoriosos “pelo sangue do Cordeiro e pela palavra de seu testemunho”. Jamais alcançariam qualquer vitória pelos seus próprios méritos ou porque tenham passado por provas duras e terríveis e até mesmo pelo fogo da Grande tribulação. Para provar a sua fé em Jesus e a confiança inabalável em seu Deus, eles não amaram as suas vidas até a morte.


Pr. Elias Ribas

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A MULHER E O DRAGÃO – Ap 12

O capítulo 12 de Apocalipse descortina a história por trás da história. João conta que “viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça. Ela estava grávida e gritava com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz” (Ap 12. 1-2).

I.        UMA MULHER

Nas Escrituras o povo de Israel e também a Igreja são comparados a uma mulher (Jr 4.31; 6.2; 2ª Co 11.2; Gl 4.26; Ef 5.25-27, 32). Aqui porém refere-se precisamente a Israel, porque foi Israel que deu o berço a para a vinda do Messias. O Senhor Jesus veio da genealogia do povo judeu.

1.      A mulher vestida de sol.
Israel na Nova Aliança está na luz do Sol, isto é, Cristo mesmo, como brevemente aparecerá em poder supremo, como o Sol da justiça (Ml 4.2). O povo de Deus serve desde o princípio para iluminar o mundo (Mt 5.14, 16; Fp 2.15).

2.      Tendo debaixo de seus pés.
Israel, na Nova Aliança, está com seus pés firmados na Antiga Aliança. Mesmo na dispensação da Graça, Israel continua a observar a Lei.
3.       Uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
Naturalmente referem-se às doze tribos de Israel.

4.      Estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar a luz.


“O dar á luz um filho”, sempre traz dores e ânsias, também no sentido espiritual Gl 4.19).


5.      O Filho Varão.
“Nasceu-lhe, pois, um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus até ao Seu Trono” (Ap 12.5).

O filho varão é Jesus Cristo, Ele regerá as Nações com vara de ferro, isto acontecerá na implantação do Milênio, o Seu arrebatamento refere-se a sua ascensão, quando ressuscitou na manhã do terceiro dia, voltando ao céu, ficando ao lado do Pai.

“...e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse”.

Vendo Deus que Sua obra estava magnífica após a criação de todos os animais em suas diferentes espécies, criou o homem á Sua imagem, conforme a Sua semelhança (Gn 1.25-27) e deu-lhe toda primazia da criação.

Compreendendo Satanás o plano criativo de Deus, fez tudo o que estava ao seu alcance para destruir a obra da criação. Satanás viu Deus criar o homem (Gn 2.7) e colocar no jardim do Éden (Gn 2.8) sua antiga moradia (Ez 28.13). Porém, não se conformou com isto, procurou tirar de lá os seus moradores (o homem). Na sua astúcia penetrou no jardim, usando a serpente (Gn 3.1) e, por este meio tentou a mulher que facilmente cedeu e levou consigo seu marido (Gn 3.6). Tendo Satanás arruinado o Paraíso e a vida feliz que vivia aquele casal, e conseqüentemente todas as demais criaturas, Deus prometeu que lhe daria uma semente pela qual se vingaria da serpente – o Diabo e Satanás (Gn 3.15). Satanás, depois de haver Deus prometido a liberdade ao homem, reforça as suas hostes, e toma medidas para corromper completamente a humanidade procurando evitar, assim, o cumprimento da promessa de Deus.

Conseguindo dominar as nações com seus ardis, Satanás, em franca guerra contra Deus, oferece toda a resistência, atacando em todos os setores, para conservar o mundo (criaturas humanas) em pecado, sob o seu domínio (Jo 14.30). Deus todavia levanta a nação de Israel (a mulher), a cujo povo reafirma a grande promessa de livramento e, por esse mesmo povo, faz vir o Messias, a semente da mulher, prometida em (Gênesis 3.15). Cumpre-se aqui: “E o dragão parou diante da mulher...”. Satanás usou todas as artimanhas contra Israel, para evitar o cumprimento da promessa de Deus.

No deserto levou o povo para a idolatria (Êx 32), rebelando-se contra Deus (Êx 16.7-9; 17.1-2; Nm 11.1-10; cap. 12, 14, 16; 20.7-13; 21.4-9; 25.1-9). Em Judá, que, por sua própria rebelião contra Deus, sofre trágicos castigos, até ser levado em cativeiro para a Babilônia (2º Rs 24.18-20; cap. 25; 2ª Cr 36.11-12).

Satanás, furioso, permaneceu “parado diante da mulher”, procurando por toda sorte dominar a nação, subjugando, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estão debaixo da Lei, a fim de receberem a adoção de filhos (Gl 4.4-5); “Destarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3.28).

Portanto, em todos os momentos críticos o Diabo perdeu a batalha. Por fim, em uma noite em que os pastores cuidavam de seus rebanhos, os anjos anunciaram o nascimento do Messias. Nascido Jesus (Is 9.6-7), conforme a promessa (Is 7.14; Lc 1.26-38), o Diabo mobilizou todos os seus sequazes para destruir o menino e prejudicar o plano de Deus. Primeiro usou Herodes, o Grande (Mt 2.16); foi levado pelo Espírito Santo ao deserto, para sofrer a tentação do maligno e provar a sua idoneidade para a obra (Mt 4.1-11). Jesus enfrentou Satanás cara a cara e o venceu.

Satanás, muito embora vencido, não se deu por derrotado. Tudo fez (usando os judeus) para tentar Jesus (Mt 21.23-27). Usou até Pedro para dificultar os passos de Jesus (Mt 16.22-23). Também usou Judas Iscariotes para tentar o Senhor e vendê-lo (Mt 26.14-16). Por fim, Cristo foi entregue á morte de cruz, ato que traria vitória para Deus e para a humanidade perdida, e derrota para Satanás. Este vinga-se, impondo a mais bárbara e cruel tortura a Cristo (conf. Sl 22; Sl 129.3; Is 50.6; Is 53). Depois de Jesus morrer e ser sepultado, Satanás inspira os judeus a porem uma guarda escolhida no sepulcro, como o último esforço para evitar a ressurreição do Senhor (Mt 27.63-66).

Como Satanás é um inimigo vencido (Is 14.12; Mt 4.10; Lc 10.18; Ap 12.9-10), e está derrotado (Jo 16.33; Tg 4.7; 1ª Jo 2.13-14), nada pôde fazer para evitar a execução do plano de Deus, quanto á redenção dos homens.

Após a ressurreição de entre os mortos, Jesus Cristo ainda passou quarenta dias e quarenta noites com os seus discípulos (At 1.13), instruindo-os em tudo o que diz respeito ao Reino de Deus, até o momento que Deus o arrebatou para si e para seu trono (At 1.9-11; Hb 1.3).



II.     UM GRANDE DRAGÃO VERMELHO

O dragão é Satanás; É chamada grande, porque pertence a uma das ordens mais altas de todas as criaturas: “Um querubim ungido” (Ez 28.15). Era de uma classe de tão grande honra e poder, que o arcanjo Miguel, quando contendia com ele por causa do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele (Jd 6).

O dragão é vermelho, figura é o autor de toda guerra e homicídio. É visto com sete cabeças, o que domina sua excelente sabedoria (Ez 28.3) e plenitude em astúcia; tem dez chifres, que falam do seu poder para ferir e rasgar, e sete diademas, pleno poder para reinar sobre todo o mundo na Grande Tribulação (Ap 13.1-18).

1.      Sua cauda levou a terça parte das estrelas do céu e lançou sobre a terra.

Isso é revelação da verdadeira personalidade de Satanás (comparando Ez 28.12-19), onde ele aparece como “Luz”, o querubim protetor que habitava no Édem de Deus e entre as pedras afogueadas andava, mas agora é visto furioso por terem sido frustrados os seus primeiros planos (Is 14.13-14) e arrasta após si a terça parte das estrelas dos céus (anjos caídos que lhe foram desobedientes - Daniel 8.10). E lançou-os sobre a terra (na conquista pelo mundo). Isto prova mais o seu orgulho e sua presunção.

O propósito do Dragão era destruir o Filho prometido, porém, foi derrotado e expulso do Céu, ele, o grande acusador. Ficou selada a condenação de Satanás e de seus anjos (Jo 17.4; 19.30 comp. Jo 12.32). Agora Deus tem constituído um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (1ª Ts 2.5). Cristo o justo, o advogado dos pecadores junto ao Pai (1ª Jo 2.1-2). Satanás acusa, mas Jesus intercede. E a Sua intercessão toda poderosa é baseada no Seu sacrifício, e pode manter a nossa posição diante de Deus e inutilizar as acusações do inimigo.

Em Apocalipse somos informados de que a Igreja o venceu, e que os anjos comandados por Miguel o expulsaram dos céus. Tendo em vista esta grandiosa vitória, uma grande voz brada:

“Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo. Pois já o acusador de nossos irmãos foi lançado fora, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; não amaram as suas vidas até à morte. Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar, porque o diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12.10-12).

É possível que Satanás acusa aqueles crentes que servem a Deus por interesse ou com desvio de fé e, que na Grande Tribulação serão perseguidos e mortos.

Quem supõe que Satanás ainda nos acusa diante de Deus, ignora a famosa pergunta de Paulo: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus?” (Rm 8.33). E mais: “...em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou” (v. 37). Isto parece ecoar o que a misteriosa voz bradou em Apocalipse: “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro”.

Diante de tão grande vitória alcançada por Jesus, que culminou com a expulsão de Satanás, o céu se regozija e triunfa. Há, todavia um “aí” de lamentação para os que “habitam na terra”.

“Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12.12).

Esta é a causa da Grande Tribulação e a nação de Israel será a maior vitima. A morte dos seis milhões de judeus na Alemanha, determinada por Hitler foi, apenas, um vislumbre da futura tribulação de Israel.


III.    A MULHER FUGIU

“A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias” (v. 6). “Quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão; e foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente” (Ap 12.13-14).

Comparando o versículo 5 com o versículo 6, nota-se que não há qualquer intervalo de tempo entre a ascensão de Jesus ao céu e a fuga da mulher para o deserto. A mulher representa Israel quando figura ante a ditadura do Anticristo na Grande Tribulação, durante a tribulação estes fiéis de Israel, judeus tementes a Deus, opor-se-ão contra a religião do Anticristo, assim ele irá declarar guerra contra os santos (Ap 13.7), porém serão socorridos por Deus (Dn 12.1).

Portanto o tempo da Igreja findou a partir do momento em que ela foi arrebatada. Por essa razão nada é dito sobre o intervalo de tempo a ela alusivo.

As primícias de Israel os “cento e quarenta e quatro mil” selados pelo Espírito de Deus, e também guardados por Deus (1º Rs 19.18; Dn 3).

“A mulher, porém, fugiu para o deserto...” (Ap 12.6, 14). Deserto significa lugar de isolamento. “Lugar preparado por Deus”, significa o cuidado de Deus pelo Seu povo (Rm 11.1-4), e terá a duração de três anos e meio, ou seja, os últimos da Grande Tribulação, ou Angustia de Jacó.

Lugar preparado por Deus, no meu entendimento, é o céu onde João vê os 144.000 selados junto ao trono de Deus (Ap 14.1-3), ou seja, eles serão arrebatados (guardados) na metade da Grande Tribulação onde o Anticristo não poderá vencê-los.

“Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar” (Ap 12.17).

Quando Satanás estiver com o completo domínio da terra (Ap 13), então será manifestada toda atitude satânica contra a descendência da mulher, isto é contra o remanescente de Israel, na segunda metade da Grande Tribulação.


O “restante da sua descendência...” são os remanescentes de Israel que creram pelo testemunho dos 144.00 e por fim serão socorridos por Deus no final da Grande Tribulação, pois Israel se convencerá de que Jesus Cristo é realmente o Messias verdadeiro.

Pr. Elias Ribas

quarta-feira, 1 de abril de 2015

AS TAÇAS DA IRA DE DEUS - Ap 16


“Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus” (Ap 16.1).

Chega ao fim à última série de juízos de Deus sobre a terra. È do templo, agora como corte de julgamento dos inimigos de Deus, que saia grande voz, que ordena: “Derrama a tua indignação sobre as nações que não te conhecem e sobre os povos que não invocam o teu nome; porque devoraram a Jacó, devoraram-no, consumiram-no e assolaram a sua morada” (Jr 10.25).

Começa agora o derramamento das sete taças da ira de Deus, isto ocorrerá ainda dentro da Grande Tribulação, e antes da volta do Senhor em Glória com seus santos.

1ª Taça: Chaga má e maligna. “Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas” (Ap 16.1-2).

Esta primeira praga é semelhante à que caiu no Egito (Êx 9.9-11). Aqui são atingidos todos os adoradores da besta, menos os judeus que possuem o selo de Deus na testa.

Para o mundo que achava ter encontrado a paz e tinha privilégio em servir a besta e o falso profeta, agora, começa a ser derrota e sofrimento por uma chaga má e maligna a atormentar as suas vidas.
1)        Será uma praga terrível sobre os que têm o sinal da besta.
2)        Essa praga será pior do que o câncer.
3)        Será uma epidemia mundial, não haverá recursos médicos para tal enfermidade.
4)        Esta praga invalidará a milhões de pessoas.

Durante a guerra fria, a Rússia continha armas bélicas, mas também biológica (vírus da ebola e da varíola) que seriam usados se numa situação de guerra, mas com a queda do comunismo os cientistas que mantinham guardados estes vírus em laboratórios voltaram para suas pátrias de origem e os levaram juntos. Hoje não se sabe aonde estes vírus estão armazenados. No meu entendimento esses vírus que causam chagas malignas estão guardados para um determinado evento na terra, ou seja na Grande Tribulação.

2ª Taça: As águas do mar apodrecem-se totalmente. “Derramou o segundo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de morto, e morreu todo ser vivente que havia no mar” (Ap 16.3).

Lembra-se aqui a primeira praga do Egito (Êx 7.19-24). O mar fica tão contaminado que toda criatura dentro dele morre. Na segunda trombeta tocada a terça parte das águas do mar torna-se em sangue, mas com a segunda taça da ira de Deus, todo o mar ficará morto, sem vida.

A presunção do homem em opor se ao verdadeiro Deus e sua Palavra (Bíblia Sagrada), leva-o a receber o castigo que sua própria culpa merece.

3ª Taça: As águas dos rios e das fontes tornar-se-ão em sangue. “Derramou o terceiro a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso. Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos” (Ap 16.4-7).

Na terceira trombeta as águas dos rios e das fontes se tornarão amargas, mas com a 3ª taça derramada elas ficarão em sangue.

Deus é louvado pelos justos juízos. Assim como eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, Deus lhes retribui da mesma maneira, dando-lhes sangue a beber.

João ouve uma voz vinda do altar; Aqui Deus julga as almas daqueles que não aceitaram a marca da besta e foram mortos por amor a Cristo.

4ª Taça: Calor solar. “O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória” (Ap 16.8-9).

Hoje já estamos sentidos os efeitos solares sobre o nosso planeta, causados pelo efeito estufa. Naquele dia um terrível calor abrasará a humanidade, a situação será crítica, o sol abrasará os homens com fogo, e bem nesta época não terá água para beber. Mesmo com todos estes terremotos, os homens não se arrependerão dos seus pecados.

No Egito, quando tinham de confessar que as pragas eram de Deus (Êx 8.18-19), os egípcios, ao invés de arrependerem-se, endureciam mais o coração. Da mesma maneira são os súditos da besta e do falso profeta; depois de conhecerem que as pragas são de Deus, não se arrependerão para lhe dar glória.

5ª Taça: O reino da besta (Anticristo) se faz tenebroso. “Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras” (Ap 16.10-11).

Aqui o Senhor Deus derrama da Sua ira. Note que a primeira e a quinta taça atingem especificamente o trono da besta, ferindo na sede de seu poder. A quinta taça começa a lançar em confusão o domínio mundial do Anticristo. E nesta hora a besta e o falso profeta blasfemam de Deus. E no meio do terrível julgamento divino, os homens ainda continuarão firmes sem se arrependerem e permanecerão debaixo da rebelião: “Quem é semelhante à besta e quem pode pelejar contra ela?” (Ap 13.14). A própria besta chefe do Império Romano ressurgido na Grande Tribulação e do Falso Profeta são reservados para uma terrível condenação (Ap 19.20) e aos que associam ao governo daquele reino, caem sob a mão de Deus.

O Anticristo irá incutir na mente dos homens que Deus não tem amor por suas criaturas, e nem por suas obras criadas, pois está enviando pragas sobre a terra para ferir suas criaturas, e os homens darão ouvidos a esta mensagem de rebelião e continuarão pecando, sem arrependerem-se. Deus estará justamente lançando seus juízos terríveis sobre os homens para poder frustrar o reinado do Anticristo, e para os homens se arrependerem.

Na quinta trombeta como na quinta taça, encontra-se evidenciada “a profundeza de Satanás” (Ap 2.24): Satanás agindo em sua plenitude. Nestes dias será solta uma casta de demônios, mais que maligna (Ap 9.1-12), que está reservada para esse juízo (1ª Pe 2.4; Jd 6). Ali os sofrimentos infernais atingirão as nações de um modo geral, aqui serão destinados exclusivamente à besta, na própria sede de seu império. O reino tornar-se-á plenamente “tenebroso”, isto é, ficará inteiramente coberto pelo poder das trevas espirituais: Satanás com completo domínio sobre os homens age à vontade sobre seus demônios infernais (compare com a quinta trombeta).

Todos os vassalos da besta morderão as suas próprias línguas de dor, à semelhança dos que se encontram no lago de fogo (Mt 25.30), tal é o sofrimento produzido pelas chagas em consequências das primeiras quatros pragas.

O sol se escurecerá, o mundo espiritual da maldade tomará conta deste planeta o sofrimento será tal que morderão suas línguas de dor.

6ª Taça: Preparação para o Amargedom. “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol” (Ap 16.12).

Deus fez secar o Mar Vermelho; fez secar também o rio Jordão em tempo de enchente (Js 3.15-17) Vai secar ainda o rio Eufrates, o grande rio de 2.165 Km de comprimento, de 3 a 10 metros de profundidade e de 200 a 400 metros de largura.

A sétima trombeta e da sexta taça aqui referidos demonstra que o rio Eufrates como um dos limites do Império Romano, uma espécie de barreira que divide o Oriente e o Ocidente, uma vez seco, permitirá a marcha dos reis do Oriente à Terra Santa.

Já no finalzinho da tribulação o Anticristo já sente que o seu tempo está esgotando-se, e então ele prepara-se para sua rebelião final. O sexto anjo vai e seca o Rio Eufrates, preparando o caminho para os reis (que serão nações do mundo inteiro) que, impulsionadas por forças satânicas, participarão do conflito, a saber, a guerra do Amargedom, com rio Eufrates seco, formar-se-á caminho no deserto, e ficará muito mais fácil para chegar até Israel. Os três espíritos semelhantes a rãs são demônios, que farão pressão às nações e as conduzirão até o vale do Amargedom.

Israel nesta altura dos acontecimentos estará por completo banido de suas terras, com todas as artimanhas do Anticristo, Israel será a única nação no mundo que não aceitará a marca do Anticristo.

“Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Ap 16.13.14).

A trindade satânica deixará sair de sua boca três espíritos imundos, os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo para os congregar para aquele grande dia do Deus Todo Poderoso. O Dragão (Satanás) usará a Besta (chefe do Império Romano) e o Falso Profeta (líder religioso), para provocar o movimento político e militar, de que há de resultar o ajuntamento das nações, que serão arregimentadas no vale de megido especialmente contra os remanescentes de Israel, afim de cumprir-se Isaías 63.4: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado”.

Quando Cristo aparecer já as nações estarão em guerra cruciante, em extermínio completo. Satanás estará furioso, preparando os seus exércitos para a destruição final. Jesus, pessoalmente, fará cessar a luta e todos em pânico procurarão esconder-se a Sua presença. Os que arrogantemente resistirem a Ele, serão mortos pelo sopro da sua boca (Ap 19.14).

7º Taça: Haverá terríveis transtornos geológicos. “Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está! E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande. E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira. Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados; também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande” (Ap 16.17-21).

A sétima taça é derramada no ar. A morada de Satanás é no espaço, por isto ele é chamado o príncipe das potestades do ar (Ef 2.2). Cremos que “as hostes espirituais de maldade” (Ef 6.12), foram atingidas, pois o propósito de Deus é extinguir completamente o mal de toda a sua criação.

A grande voz partiu do Trono soando em todo o céu, vinda do templo: “Feito está”. Jesus disse: “Está consumado”, ao concluir a obra da redenção, pelo oferecimento de Sua vida na cruz do Calvário (Jo 19.30). Agora tudo tem chegado a consumação. Chegou o fim de toda oposição e da destruição das obras humanas feitas sem Deus (Is 2). È o final do Império do Anticristo, é a “pequena pedra” de Daniel 2, quando bate nos pés da grande estátua, destruindo-a completamente.

“E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (v. 18).

Vozes, trovões e relâmpagos, é a continuação de julgamento manifestado no céu e confirmado na terra pelo grande terremoto.
1.        Haverá um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra.
2.        Toda a natureza estará revoltada contra os adoradores da besta. E a cidade de Babilônia, a capital do mundo, a mãe das prostituições e da idolatria, será terrivelmente castigada.
3.        Cairá do céu uma chuva de meteoros do peso de um talento, equivalente de 30 kg.
4.        Essas serão as últimas pragas que surgirão na terra antes de se dar a volta do Senhor, para implantação do Milênio.
Roma será fendida em três partes e todas as cidades das nações cairão. O mundo tornar-se-á um verdadeiro caos, porque todas as cidades ficarão em completa ruína.

Enquanto são destruídas as cidades, com grande alvoroço e morte e confusão, toda a humanidade fica perplexa e perturbada, e ainda cai do céu sobre os homens uma grande chuva de saraiva, cujas as pedras pesam, cada uma, um talento, ou seja, cerca de trinta quilos.
Terminando os 7 anos de Grande Tribulação, nunca devemos nos esquecer de que os crentes nos céus estarão com Jesus neste período, quando já estiver na hora do Senhor voltar à terra para implantar o Milênio, haverá algo de muito importante no céu.

Pr. Elias Ribas
Doutor em Teologia