TEOLOGIA EM FOCO

sexta-feira, 29 de março de 2013

JESUS NOSSO CORDEIRO PASCAL


Êxodo 12.3, 6, 7, 11, 12: “Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano. 3 Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família. 6 E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde. 7 Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem; 11 Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR. 12 Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR”.

 1.      O Significado da páscoa.

Quatrocentos anos antes, Jeová disse a Abraão: “Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas” 
(Gn 15.13-14).


Os quatro séculos de trevas haviam terminado. Era tempo de sair da escravidão para a riqueza; da opressão para a liberdade; da escuridão para a luz. Eles deixaram o Egito para trás, pois a Terra Prometida estava diante deles, fluindo com leite e mel.

O Faraó usava uma coroa com uma serpente naja na parte frontal. Esta serpente era o símbolo de Satanás (Gn 3.1-14; Ap 12.9). A coroa de Faraó simbolizava o principado dominante no mundo espiritual sobre o Egito. O tempo de Deus havia chegado para livrá-lo do domínio tirânico e satânico de Faraó, para o benévolo Reino de Deus, sob a liderança de Moisés. Assim como Satanás governou através de Faraó, Deus estenderia o Seu domínio através de Moisés e de seu cajado de pastor. “Toma, pois, este bordão na mão, com o qual hás de fazer os sinais” (Êx 4.17).

Faraó não desistiria dos seus escravos sem uma batalha. Dez pragas terríveis cairiam sobre o Egito antes que o Faraó e o povo egípcio suplicasse (Êx 12.31-32). Deus disse a Moisés que a última das dez pragas seria a destruição e a morte de TODOS os primogênitos dos animais e dos homens. Para salvar o Seu povo, Deus fez preparativos para “PASSAR SOBRE” eles, assim surgiu a PÁSCOA (Êx 12.11).

Páscoa no hb. pecach, (passagem); no gr - pasca - pascha - de origem aramaica e significa: Festa com que os israelitas comemoravam a saída do Egito, e a passagem à liberdade e à comunhão plena com Deus. È o acontecimento mais importante do Antigo Testamento. Foi a partir daí que a história da salvação começou a ser esboçada com cores mais fortes. Ceia pascal, sacrifício pascal (que era comum ser oferecido por causa da libertação do povo do Egito).

Cordeiro pascal, o cordeiro que os israelitas tinham o costume de matar e comer no décimo quarto dia do mês de Nisã (o primeiro mês do ano para eles) em memória do dia no qual seus pais, preparando-se para sair do Egito, foram ordenados por Deus a matar e comer um cordeiro, e aspergir as ombreiras de suas portas com o seu sangue, para que o anjo destruidor, vendo o sangue, passasse por sobre as suas moradas; Cristo crucificado é comparado ao cordeiro pascal imolado.

2.      Conserto perpétuo.

Êx 12.24-28 “Guardai, pois, isto por estatuto para vós outros e para vossos filhos, para sempre. 25 E, uma vez dentro na terra que o SENHOR vos dará, como tem dito, observai este rito. 26 Quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? 27 Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHOR, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Então, o povo se inclinou e adorou”.

A festa da Páscoa não deveria ser esquecido pelos israelitas, pois celebravam a libertação e a saída da escravidão do Egito. Seria uma festa perpetua.

3.      Libertação do pecado.

Assim como a páscoa foi o fim da escravidão, do sofrimento e da pobreza para os filhos de Israel, da mesma forma, quando nos voltamos para o nosso Cordeiro Pascal, Cristo, temos também um novo começo: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2ª Co 5.17).

Os pecados, erros e fracassos do passado não nos comprometem mais. Fazemos parte de uma nova família, com uma nova genealogia, com uma nova aliança, e com um Libertador mais maravilhoso do alguém jamais poderia imaginar.

A libertação de Moisés foi maravilhosa. Foi uma salvação da escravidão e suas amarras. A salvação de Jesus, no entanto, é ainda mais maravilhosa. Ele salva do pecado e da sua penalidade. Começamos uma nova vida, temos um novo começo, quando nos chegamos a Cristo.

Que maravilhosa ilustração da nossa própria Salvação através de Cristo! A Páscoa retrata perfeitamente “... a nossa grande salvação” (Hb 2.3).

4.      A. Libertação do pecado.

A.    O cordeiro era examinado pelo sacerdote.

Observe que o cordeiro pascal era separado no décimo dia de Abibe (Abril). Eles tinham que examinar o cordeiro minuciosamente antes de o matarem no DÉCIMO QUARTO dia de Abibe. O cordeiro tinha que ser imaculado.

Lucas 19 registra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém oito dias antes de Sua crucificação. Exatamente na mesma hora em que o povo estava trazendo os seus cordeiros pascais para serem examinados pelos sacerdotes, Jesus, o Cordeiro de Deus, estava Se apresentando diante do povo e dos líderes para um minucioso exame antes do Seu sofrimento e glória.

Ele também, como “... o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo,” tinha que ser declarado: “santo, irrepreensível, imaculado, e inviolado pelos pecadores” (Jo 1.29; Hb 7.26).

B. Jesus foi examinado pelos sacerdotes religiosos.

No décimo dia de Abibe, Jesus Se apresentou para inspeção. Isto é claro em Mateus 22.15-46. Esta incrível passagem mostra Jesus sendo examinado pelos Herodianos, Saduceus, Doutores da Lei, e pelos Fariseus. A conclusão deste tempo de testes e exame encontra em Mateus 22.46: “E ninguém lhe podia responder palavra, nem ousou alguém, a partir daquele dia, fazer-lhe perguntas”.

 C. Examinado pelas autoridades Civis.

Após um minucioso exame do Cordeiro de Deus, o próprio Pilatos declarou que Jesus estava qualificado para ser o Cordeiro Pascal: “... não acho n’Ele crime algum” (Jo 19.4). Este veredicto legal e civil foi dado exatamente na mesma hora em que os cordeiros pascais estavam sendo examinados e declarados imaculados pelos sacerdotes. Pilatos declarou que Jesus era inocente três vezes (Jo 18.38; 19.4, 6).

Pilatos não compreendeu como foi importante esta declaração de inocência. Ele não sabia que Jesus era o Cordeiro de Deus, o Qual estava sendo apresentado a ele para ser inspecionado. Pilatos sabia muito pouco sobre o decreto divino de cerca de quatorze séculos antes: “O vosso cordeiro será imaculado, um macho...” (Êx 12.5). “Porém, se houver algum defeito (falha) nele... não o sacrificará ao Senhor vosso Deus” (Êx 12.21).

Em seu decreto final, as palavras de Pilatos são absolutamente proféticas: “... disse-lhes Pilatos: Tomai-O vós, e crucificai-O; porque não vejo nenhuma falha [imperfeição] n’Ele” (Jo 19.6).

Sem perceber, Pilatos estava declarando que Cristo, o Cordeiro de Deus, era digno de morrer como Cordeiro Pascal de Deus pela humanidade pecaminosa. Sim, após quatro dias de um minucioso exame, Jesus foi sacrificado. O VERDADEIRO SIGNIFICADO da páscoa havia sido alcançado.

Na mesma hora em que os cordeiros pascais estavam sendo sacrificados e o sangue deles estava sendo derramado no altar do Templo, eles levaram Jesus e O crucificaram.

O aspecto passado da páscoa relembra a libertação do Egito. O aspecto profético da páscoa foi cumprido no Calvário.

D.    Uma cobertura de proteção.

Jesus tornou-Se uma cobertura de proteção para todos os que O recebiam como Seu Cordeiro Pascal. “O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito” (Ex 12.13). “Mas Ele pagou por vós, com o precioso sangue de Cristo, o imaculado e incontaminado Cordeiro de Deus” (1ª Pe 1.19).

Não foi nada por acaso o fato de que o sangue colocado na verga acima da porta, ao gotejar, formava uma linha vertical como a haste central da Cruz. Quando ligamos sangue colocado nos dois batentes laterais da porta com uma linha horizontal, temos UMA CRUZ.

Isto apontava profeticamente para o futuro, para a vinda do messias, o Cordeiro de Deus, que morreria numa cruz. “Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e suas ombreiras com o sangue que estiver na bacia; nenhum de vós saia da porta da sua casa até pela manhã. 23 Porque o SENHOR passará para ferir os egípcios; quando vir, porém, o sangue na verga da porta e em ambas as ombreiras, passará o SENHOR aquela porta e não permitirá ao Destruidor que entre em vossas casas, para vos ferir” (Êx 12.22-23).

Quando a Bíblia diz que “Deus passará para ferir os egípcios”, isto significa que Deus Se coloca sobre as casas dos israelitas como uma cobertura. Ele estava lá protegendo-os do anjo destruidor que Ele havia enviado aos egípcios. O sangue nos umbrais, por tanto, retrata claramente o Cristo Crucificado à Porta das casas dos crentes como Salvador, protetor, e Libertador.

Todos os que aceitam o sangue do Cordeiro derramado e se escondem por detrás dele, encontram uma perfeita proteção contra o destruidor. “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo” (1ª Jo 3.8).

O sangue nos umbrais de suas portas trazia a presença de Deus, o que despojava o Destruidor de todo o seu poder naquela casa. Isto afirma o escritor aos Hebreus: “Jesus… aniquilou o que tinha o poder da morte… a saber, o diabo” (Hb 2.14).

Todos precisam experimentar a sua PÁSCOA PESSOAL se quiserem permanecer firmes contra o adversário de suas vidas. O Cristo Crucificado e ressurreto ao terceiro dia, está à porta de nossas vidas, aniquila todo o poder do diabo sobre nós. Que liberdade! Amem!

O aspecto pessoal da páscoa precisa ser cumprido na vida de cada um de nós. Todos nós precisamos ver e receber a Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Hoje a casa é nossa vida e se você não tem a marca do sangue de Jesus na tua casa (vida), posso te dizer: “O caminho da tua vida está aberto para o anjo destruidor entrar”. Você precisa urgentemente receber Jesus o Cordeiro Pascal como teu libertador e salvador assim tu estará salvo da morte e condenação eterna. Receba-O hoje mesmo e não espera para amanhã. 

 Pr. Elias Ribas

sexta-feira, 8 de março de 2013

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ


A seita dos “Testemunhas de Jeová”, quanto à sua doutrina, tem suas origens no Adventismo do Sétimo dia. Perturbado pela doutrina das penas eternas, tornou-se simpatizante da doutrina adventista, às quais abraçou posteriormente. Como Rssuel possui pontos de vista muito pessoais, principalmente quanto à maneira e objetivo da vinda de Cristo, não demorou haver divergência entre seus pontos de vista e os dos líderes adventistas. Em 1872, Russel lança os fundamentos do seu movimento inicialmente com o nome “Torre de Vigia de Sião” e “Arauto da Presença de Cristo”.

Alegam que o título Testemunhas de Jeová deriva de Isaías 43.10 e 44.8, mas o estudo do contexto mostra tratar-se aí de Israel. O Novo Testamento não faz alusão a testemunhas de Jeová. Os cristãos são testemunhas de Jesus (At 1.8).

Os judeus sim eram verdadeiras testemunhas de Jeová, pois estavam sobre o antigo pacto ou antigo concerto (Êx 19. 5-8). Saulo de Tarso antes de seu encontro com Cristo era um deles, e com isto era inimigo de Cristo (At 26. 9). Nós os cristãos somos testemunhas de Jesus (At 1.8; 2.32; 3.15; Ap 1.9; 2.13; 17.6).

Os Testemunhas de Jeová são uma das piores seitas falsas, também conhecida por russelitas. Crêem que integrarão o exército de Jeová que derrotará Satanás na batalha de Armagedom. Eles ensinam que Deus trino é invenção do inferno. Jesus, dizem eles, foi a primeira e a maior criação de Jeová. Negam a ressurreição corpórea de Jesus. Não existe inferno literal. Quem fizer parte dos 144.000 escolhidos de Ap 7.4; 14.1, 3 vai morar no céu. Quem for fiel, mas não fizer parte dos escolhidos, viverá para sempre no paraíso terrestre. Quem não for Testemunha de Jeová será aniquilado num momento, em Armagedom.

No estudo decorrente, mostraremos os ensinos das Testemunhas de Jeová comparando suas doutrinas á luz da Palavra de Deus. Ao analisarmos os ensinos divulgados por esta seita veremos que os Testemunhas de Jeová pregam outro evangelho (Gl 1.6-9). Um evangelho diferente daquele que Paulo pregou, conforme a sua carta de 1ª Co 15.1-6.

I. HISTÓRICO

Charles Taze Russell, o fundador do russelismo, nasceu em 1952 EUA, e morreu no ano de 1916. Seus pais eram presbiterianos. Russel pertenceu a Igreja Congregacional a seguir, à igreja Adventista. Em 1874, fundou formalmente o movimento russelita na cidade de Brooklyn, Nova York, E.U.A. Em 1879, começou a publicação do periódico Torre de Vigia de Sião, hoje chamada A Sentinela.

Russel foi infeliz. Casou-se em 1879 e por várias vezes foi levado ao tribunal, acusado pela esposa por maus tratos e também por pessoas lesadas. Em 1897 ela pediu o divórcio e provou contra ele, cruel tirania no lar, além das relações que mantinha com diversas mulheres. Ele havia isolado a esposa, afastando-a da sociedade, segundo ele, acometida de loucura.

Ele foi passível de acusações por diversos escândalos nos seus negócios. Famoso foi o escândalo do trigo milagroso. A semente foi vendida sob a garantia que produziria 200 a 250 alqueires por hectare à razão de 60 dólares o alqueire.

Quando a semente não produziu o que fora prometido Russel viu-se em aperto. Entre outros casos dele, teve a peça do algodão do milênio e do feijão milenal. Vendou-se aos domésticos da fé, uma delas para o câncer e a outra para apendicite. Os fiéis se desiludiram com seu guia (espiritual, depois de aplicar-lhes consideráveis enganos. Alguns, tão descontentes ficaram, que acusaram-no perante o tribunal).

O juiz de nome Josepf Franklin Rutherford, nos últimos julgamentos foi seu fiel discípulo, mais tarde, ele próprio preso, em Atlanta, Geórgia, por praticar mentirosas palavras. Quando Russel morreu seu manto caiu sobre Rutherford, que imediatamente começou uma campanha mais vigorosa que a de se predecessor.

Russel morreu totalmente frustrado porque suas profecias não tiveram o cumprimento esperado, mesmo após sua morte sua entidade continuou em pleno funcionamento na direção dos seus sucessores.

Seu sucessor Joseph Rutherford (1869-1942), efetuou 148 alterações doutrinárias no sistema de crença das Testemunhas de Jeová. Publicou a obra de Russel intitulada O Ministério Consumado, e o sétimo volume de Estudos das Escrituras, como meio de consolidar em torno de si o domínio e o controle da organização.

Iniciaram as testemunhas uma distribuição de folhetos e literatura de casa em casa, e o Juiz Rutherford, como gostava de ser chamado, gravou, dele mesmo, as mensagens em disco. Entre 1919 as Testemunhas de Jeová cobrirem todos os Estados Unidos, distribuindo folhetos de casa em casa, tocando discos e vendendo literaturas.

Fizeram campanha ativa na Alemanha, China, Japão, Índia, Turquia, México, Canadá, África e vários países da Europa. Em 1942, anunciaram que suas publicações haviam sido distribuídas em 88 línguas. Após a II Guerra Mundial, iniciaram então a invasão da América do Sul e chegaram até o Brasil. Uma organização definitiva só aconteceu após o ano de 1947.

Em 1929 o juiz Rutherford construiu na cidade de San Diego, na Califórnia, uma luxuosa casa, por ele denominada Besarim. No hebraico, significa “casa dos príncipes”. A casa serviu de residência para o juiz até sua morte, depois passou a ser sede das futuras diretorias e adjuntos.

Diretor atual Nathan H. Knorr. Número de Adeptos, de acordo com as Estatísticas de 1974, eram mais de 3 milhões e 200 mil adeptos espalhados em 134 países do mundo.

No Brasil instalaram-se em 1920, e têm sede em São Paulo. Seu título oficial é Sociedade da Bíblia e Tratados da Torre de Vigia.

O diretor Nathan H. Knorr é o homem mais calmo, não tão conhecido como os anteriores, mas prosseguem sem perda de tempo, proclamando suas doutrinas no mundo inteiro. Convém lembrar aos Cristãos as palavras de Jesus, em Mt 7.15 – “Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mais por dentro são lobos devoradores”. No versículo 16 diz: “pelos seus frutos os conhecereis”.

II. FALSAS PROFECIAS

1. As falas profecias de russell.

Russell profetizou que a batalha do Armagedom ocorreria em 1914. Neste ano, segundo ele, dar-se-ia também a vinda de Cristo. Mas na referida data, nada aconteceu. Depois ele mesmo refez o cálculo e estabeleceu o ano de 1915 e depois o de 1918. Como das vezes anteriores, nada aconteceu.

Profetizou que até 1914 viria um tempo de tribulação tal qual nunca houve desde que há nação para que fosse estabelecido o Reino de Deus. Os judeus seriam restaurados, os reinos gentios seriam quebrantados em pedaços como um vaso de oleiro, e os reinos deste mundo passariam para o nosso Senhor e para o seu Cristo. Nada, absolutamente, se cumpriu. Refazendo novamente seus cálculos chegou a seguinte conclusão: Jesus voltou a terra em 1914, está vivendo num lugar não revelado. Mas quando se manifestar e estabelecer o seu reino, ocupará a casa Bet-Sarim como sede do seu governo e residência real durante o milênio. Próximo da morte o juiz negou que a casa estivesse registrada em nome de Jesus Cristo e declarou que talvez ela seja ocupada por Davi, durante o Milênio.

Russel dizia em suas publicações que se tratava de data estabelecida por Jeová. Colocava-se como profeta com a mesma autoridade dos profetas da Bíblia e dos apóstolos. Falava em nome de Jeová e nada absolutamente, se cumpriu.

2. Falsas profecias de Rutherford.

Rutherford também refez o cálculo, e estabeleceu o ano de 1925 como o início do milênio. Isso também não aconteceu.

3. Falsas profecias de Knorr.

Em 1946, a organização lançou o livro “A Verdade vos Tornará Livres”, contendo a base da profecia do armagedom para 1975. Muitos venderam propriedades; outros abandonaram estudos e carreiras profissional. Nada aconteceu.

Nenhuma movimento da atualidade profetizou tão falsamente como a organização das Testemunhas de Jeová. Essa marca está presente ao longo de sua história. A Bíblia diz “Quando tal profeta falaz em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele” (Dt 18.22).

III. A BÍBLIA

Se alguém quiser envenenar uma pessoa certamente lhe ofereceria um copo de água com uma dose de estricnina? Você tomaria um copo com veneno? Certamente que não? Pois bem, os ensinos das Tjs são assim. Parecem bíblbicos. Suas literaturas sempre realçam a Bíblia. Mas, na verdade, os ensinos que divulgam são do seu fundador, Charles Taze Russell.

Dizem que ninguém pode compreender a Bíblia sem a revista a Sentinela. Não reconhecem qualquer outra versão da Bíblia. Tem versão própria chamada Tradução Novo Mundo, que foi adulterada para apoiar seus falsos ensinos.

As Testemunhas de Jeová crêem que a Bíblia inteira é a inspirada Palavra de Deus, e, em vez de aderirem a uma crença baseada na tradição humana, se apegam à Bíblia como base para todas as crenças.

Mas verificamos que não é bem assim. Sempre buscam a direção do Corpo Governante, que representa o “escravo fiel e discreto” para lhes dizer o que é certo ou errado em relação à Bíblia. Assim, não possuem a Bíblia como bússola.

Muitos Testestemunhas de Jeová adquirem outras versões da Bíblia simplesmente porque se interessam por alguns versículos para o seu trabalho de proselitismo, dando assim a impressão de que conhecem outras versões, também procuram dar a impressão de que se valem só da Bíblia para apoiar seus ensinos.

1. Tradução Novo Mundo.

Foi preparada para contrabandear as crenças pré-fabricadas da Torre de Vigia para o texto das Escrituras. É uma obra mutilada, tendenciosa, viciada e cheia de interpolações. A Bíblia Tradução Novo Mundo, não está conforme o original do grego e hebraico. Esta publicação não leva o nome universalmente conhecido de Bíblia, mas Escrituras Sagradas, a fim de suscitar polêmica e confusão.

2. Quem são os tradutores?

“Quando a Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia doou os direitos autorais da tradução realizada, ela pediu que seus membros permanecessem no anonimato […] Os tradutores não buscavam proeminência para si, mas apenas dar honra ao autor Divino das Sagradas Escrituras” [Raciocínio à base das Escrituras, p. 391].

3. A Bíblia é suficiente.

Paulo, escrevendo a Timóteo, declarou que ele sabia as Sagradas Letras que poderiam fazê-lo sábio para a salvação pela fé em Jesus Cristo (2ª Tm 3.15). Em continuação, afirma que toda a Escritura divinamente inspirada é suficiente para nos capacitar em toda boa obra (2ª Tm 3.16-17). O Espírito Santo é o Consolador que nos guia em toda a verdade (Jo 16.13, 16).

4. Distorção da Bíblia Tradução do Novo Mundo.

Os autores da TNM, declaram no prefácio da sua Bíblia que procuram fazer sua tradução ser a mais exata da possível em confronto coma as línguas originais da Bíblia. Mas as passagens abaixo não confirmam isso. Vejamos:

Bíblia Original Hebraica: “…ruwach ‘elohiym rachaph ‘al mayim” (Gn 1.2b).
Bíblia RA: “…e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn 1.2b).
Bíblia TNM: “…e uma força ativa pairava sobre as águas” (Gn 1.2b).

No original a Palavra hebraica “ruwach” quer dizer Espírito e não “força ativa” como dizem as testemunhas-de-jeova. Eles não reconhecem o Espírito Santo com um Deus, apenas como uma força, energia. Quem for inteligente notará que os TJs, usam uma Bíblia falsificada e fora das línguas originais.

Em Mateus 4.1-3, a palavra Espírito aparece grifado com letra minúscula; Diabo e Tentador, com letra Maiúscula. A palavra Filho também aparece minúscula.

Em Mateus 27.52-53: (negação da ressurreição corporal dos santos) Apenas foram expostos fora das sepulturas os corpos, e não ressuscitados. A versão TNM diz os corpos mortos e não ressuscitados como no original grego. “Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos”.

Em Mateus 14.33; 15.25; 28.9, 27; João 9.38 e Hebreus 1.6: usam a palavra “prestar homenagem” em vez de “adorar” a Jesus. A palavra no original grego proskuneo é sempre traduzida por “prestar homenagem” para Jesus. Mas para o Pai, Satanás e deuses falsos sempre é traduzida por “adorar”.

Mateus 27.50: eles usa a palavra “estaca de tortura” em lugar de cruz.

João 1.1: um deus falando de jesus (deus com letra minúscula refere-se a um deus falso).

O que notáveis eruditos do grego afirmam sobre João 1.1 na TNM:

Dr. Eneste C. Colwell, da universidade de Chicago: “Um nominativo defino no predicado tem o artigo quando segue o verbo; não têm o artigo quando precede o verbo […] essa declaração não pode ser considerada estranha no prólogo do evangelho que alcança seu clímax na confissão de Tome: ‘Senhor meu e Deus meu’” (Jo 20.28).

“O movimento russelita constitui a contra-ofensiva satânica frente à enorme difusão que está para dar-se das Sagradas Escrituras. A literatura russelita oferece ao mundo uma interpretação da Bíblia cuja inspiração brota das profundezas do reino das trevas”. (Os Falsos Testemunhas de Jeová, pág. 49).

5. Contradição.

“A Bíblia é um livro de organização e pertence à congregação cristã como organização, não a indivíduos, não importa quão sinceramente creiam poder interpretar a Bíblia. Por esta razão, a Bíblia não pode ser devidamente entendida, sem se ter presente a organização visível de Jeová” [A Sentinela, p. 327, 1/6/1968].

Como podemos ver, a Bíblia, para eles tem pouco valor se não for interpretada pelo escravo fiel e discreto. Como afirmam, então, que não seguem tradição humana? Chegam ao cúmulo de afirmar que as verdades que tem de anunciar são aquelas que o escravo fiel e discreto publica por intermédio da literatura da Sociedade Torre de Vigia.

“As verdades que havemos de publicar são aquelas que a organização do escravo fiel fornece, não algumas opiniões pessoais contraditórias ao que o escravo providenciou como sendo sustento conveniente” [Ibid., 164, 1952].

Russel acreditava que somente a Bíblia Sagrada não poderia dar ao homem a resposta certa sobre a vontade de Deus, começou então inserir nas escrituras textos criados por ele mesmo procurando apoio as doutrinas que ele criava. Os TJs, são assim. Parecem bíblicos. Suas literaturas sempre realçam o valor da Bíblia. Mas, na verdade, os ensinos que divulgam são do seu fundador, Charles Taze Russel.

Paradoxalmente, ensinam:

“O homem que apenas fala ao povo e expõe suas conclusões ou as opiniões de outros homens não é ‘pregador’ no sentido das Escrituras. O termo mais apropriado para designar tal individuo seria ‘charlatão’”[Riqyesas, p. 133].

IV. CONSIDERAM-SE A ÚNICA RELIGIÃO CORRETA

Quando passamos a estudar as crenças de alguma religião herética, deparamos-nos com um problema comum: elas interpretam que a análise e a critica de suas crenças não passam de uma forma de perseguição religiosa. Com as testemunhas-de-jeová não é diferente.

Criticando a Igreja Católica num artigo publicado na revista “Despertai”, um dos leitores desse periódico escreveu à Sociedade e recebeu resposta dos editores no seguinte teor: “A Igreja Católica ocupa posição muitíssimo significativa no mundo, e afirma ser o único caminho da salvação para dezenas de milhões de pessoas. Qualquer organização religiosa que assuma tal posição deve estar disposta a ser esmiuçada e criticada. Todos que criticam têm a obrigação de ser verdadeiros na apresentação dos fatos e justos e objetivos na avaliação dos mesmos”.

Ora, perguntamos: As testemunhas-de-jeová não se ufanam de pertencer à única religião verdadeira sobre a face da Terra? Não dizem: “Tenha fé na organização vitoriosa de Jeová?” Não reivindicam para si a analogia feita pelos católicos de comparar sua Igreja a Arca de Noé, fora da qual não há salvação? E o que fazem dizendo: “Foi apenas aquela única arca que sobreviveu ao dilúvio e não um sem-número de embarcações. E haverá apenas uma organização. A organização visível de Deus, que sobreviverá à ‘grande tribulação’ que rapidamente se aproxima. Você precisa pertencer à organização de Jeová e fazer a vontade de Deus, afim de receber sua bênção de vida eterna”.

Naturalmente, devemos fazer a vontade de Deus para recebermos a bênção de vida eterna, mas essa bênção de vida eterna só é encontrada em Jesus (Jo 6.66-68). Afirmar que alguém deve tornar-se membro da Torre de Vigia para obter a bênção de vida eterna é um disparate inqualificável.

Não estamos difamando a “denominação”, mas fazendo uma critica ortodoxa como o apostolo Paulo fez a igreja da galáxia: “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?” (Gl 4.16).

As testemunhas de Jeová seguem hoje falsas doutrina propagadas pelos: Arianismo, ebionismo, apolinarianismo e nesterianismo, doutrinas que são distorções da Palavra de Deus e que levam milhares de pessoas à perdição porque não aceitam um confronto com a Palavra de Deus.

V. ATIVIDADES

Suas armas prediletas é a literatura. Seus preços são os mais razoáveis possíveis. O método preferido de trabalho é o pessoal. Cada membro da seita é considerado um ministro da mesma. Andam sempre com farto material impresso. O trabalho é feito de casa em casa de modo sistemático e com grande habilidade. São insistentes. Não respeitam a fé religiosa de ninguém.

Hoje estão usando o livro Conhecimento que conduz à vida eterna como um manual para as pessoas que aceitam o convite para o estudo da Bíblia. Este estudo é feito na residência da família. As pessoas, quando recebem a visita das TJs, pensam que estão estudando a Bíblia, mas na verdade, estão estudando as doutrinas ensinadas pela seita. As perguntas são feitas pelo instrutor e as resposta de cada páginas são lidas pelos aprendizes e, por fim, vão à Bíblia para apoiar seus ensinos como se fossem bíblicos.

VI. CONCEITUAÇÃO

Os testemunhas de Jeová afirmam que são uma sociedade organizada inteiramente religiosa, que seus membros aceitam como seus princípios de crença a santa Bíblia, conforme afirmação de Russel.

“A organização visível de Deus hoje recebe orientação e direção teocrática. Na sede das Testemunhas de Jeová em Brooklyn, Nova Yorque, existe um corpo governante de anciãos cristãos de várias partes da terra que dão a necessária supervisão às atividades mundiais do povo de Deus. Este corpo é composto de membros do escravo fiel a discreto. Serve qual porta-voz do escravo fiel”.

A seita Testemunha de Jeová é falsa, por ser anti-bíblica e anticristã. Anti-bíblica porque fundamenta-se em doutrinas bíblicas falsificadas ou forjadas, e, anticristã porque nega abertamente a divindade de Cristo. Torcem por completo o ensino da Segunda vinda de Cristo, conforme Ele mesmo ensinou, dizendo que Ele voltou em 1914, estabeleceu seu reino espiritualmente e está agora no céu.

VII. SÃO CONTRA O MINISTÉRIO E RELIGIÕES ORGANIZADAS

Ensinam que as igrejas organizadas, com pastores, recebendo os seus salários, pelo trabalho realizado no ministério da Palavra, conduzindo cultos dominicais, são coisas que vem diretamente do diabo.

No livro ‘Seja Deus Verdadeiro’ escrevem: “Jesus Cristo está vivo pelo século dos séculos, e não necessita de homem na terra como cabeça visível da congregação, como representante, pessoal de Cristo” (Ap 1.18).

Afirmam que Jesus vive no céu e se utiliza do Espírito Santo para dirigir a congregação aqui na Terra (João 15.26).

Se os Testemunhas de Jeová não necessitam de homem na terra como representantes de Deus, então eu pergunto: por que elas afirmar que as verdades que tem de anunciar são aquelas que o escravo fiel e discreto publica por intermédio da literatura da Sociedade Torre de Vigia.

Se eles crêem que a Bíblia é uma inspiração divina deveriam ler os ensinos do apóstolo Paulo: “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4.11-15).

Podemos notar que Ele mesmo (Jesus), distribuiu entre Sua igreja, cinco ministérios para edificação do Seu corpo, que são: Apóstolo, profeta, evangelista, pastores e mestres.

Primeiro Deus nos chama para a salvação (Mt 11.27) e segundo, Ele nos vocaciona para Sua obra, ou seja, para o trabalho de Sua ceara (Jo 4.34-38). Portanto, os que trabalham no Evangelho devem viver do Evangelho. É isso que Paulo diz na carta de 1ª Co 9.4-7, 13-14: “Não temos nós o direito de comer e beber? 5 E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? 6 Ou somente eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? 7 Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?13 Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? 14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho”. “Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário (1ª Tm 5.18). “O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos” (2ª Tm 2.6).

Viver do Evangelho é o direito dos que pregam o Evangelho. Isto Paulo prova pela analogia da vida social, no caso do soldado e do lavrador. O lavrador concede ao boi o direito de comer o grão que trilha. Pelo exemplo dos demais ministros da Palavra que, ministrando coisas espirituais, recebem daqueles a quem serviam coisas materiais. E pelo exemplo do sacerdócio que, servindo o altar, participava do altar. Com estes argumentos chega à conclusão: “Assim ordenou o Senhor aos que anunciam o Evangelho, que vivam do evangelho”.

VIII. CANAL DE COMUNICAÇÃO

O líder dessa “religião” é considerado ou considera-se a si mesmo “canal de comunicação de Deus” com os homens.

“Jeová Deus proveu também sua organização visível, seu escravo fiel e discreto, composto dos ungidos com o espírito, para ajudar os cristãos na sua vida. A menos que estejamos em contato com este canal de comunicação usado por Deus, não avançaremos na estrada da vida, não importa o quanto leiamos a Bíblia” [A Sentinela, p. 27, 1/8/1982].

É pela literatura que o suposto canal de comunicação de Deus com os homens é mantido aberto.

Importante é saber que os TJs condenam os pastores que recebem uma ajuda de custo pelo trabalho de evangelização. Porém, eles usam seus adeptos para vender suas literaturas de casa em casa, para sustentar a organização Torre de Vigia; o escravo fiel e discreto.

São obrigados a venderem suas literaturas, pois vivem sob pressão, caso não atinjam o limite suficiente de literatura, serão rebaixados a classe de servos maus ou negligentes.

IX. OS FALSOS ENSINOS DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

Declaração: “Não existe tal coisa como “religião cristã”, pois toda religião procede do inimigo de Deus, o diabo. ‘Religião Cristã’ é um nome trocado, fraudulento e deceptivo” [Inimigos, p. 111].

Contradição: “A religião verdadeira precisa harmonizar-se em todos os sentidos e todos os seus ensinos precisam estar em plena harmonia com a Palavra de Deus. Só assim pode tal religião ser realmente agradável a Jeová de Deus. Não são muitas as religiões que satisfazem a esses requisitos” [A verdade que conduz à vida eterna, p. 130].

1. Sobre filiar-se a uma organização religiosa.

Declaração: “Para se colocar ao lado de Jeová não é preciso filiar-se a nenhuma organização humana, porém, em secreto, dentro de seu lar devotar-se a Deus e a seu Reino, regido por Cristo” [Jeová, p. 25].

Contradição: “O melhor modo de fazer isso é assistir às reuniões no salão do Reino das Testemunhas de Jeová. Assim poderá observar por si mesmo como funciona a organização e como os associados com ela aplicam a Palavra de Deus na sua própria vida” [A verdade que conduz à vida eterna, p. 130].

2. Sobre o casamento dos ressuscitados durante o Milênio.

Declaração. “Casarão os que forem despertados da morte durante a ressurreição geral e tomarão parte no cumprimento do mandato divino? Não, se for um dentre a humanidade cuja esperança é viver na terra, sob a regência do reino celestial de Deus” [Despertai, p. 27-8, 22/2/1975].

Contradição: “Mas que dizer dos que são trazidos de volta dos mortos para viver na terra? Serão reunidos com seus cônjuges anteriores? Nenhuma declaração na Bíblia indica que será assim. Portanto, se alguém decidir casar-se agora de novo, não precisa preocupar-se com o efeito que isso possa ter no futuro sobre o cônjuge ressuscitado. Se o celibato não for para ele, não precisa lutar para mantê-lo, na esperança de ser reunidos em casamento com seu cônjuge anterior, na ressurreição. Certamente, pois uma bondade da parte de Deus não exigir que as anteriores relações maritais vigorem no tempo da ressurreição da pessoa, conforme afirmaram erroneamente os saduceus” [É esta vida tudo o que há, p. 178-9].

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA

1. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 4º trimestre, 1992, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
2. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 1º trimestre, 1997, CPAD, Rio de janeiro, RJ.
3. BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
4. BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
5. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
6. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
7. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
8. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Lições Bíblicas, 2ª trimestre de 2008, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
9. CLOVIS SANTOS, o Lado culto das Testemunhas de Jeová, http://blog-palavradevida.blogspot.com/2009/01/o-lado-oculto-das-testemunhas-de-jeova.html acesso dia 03/04/2009.
10. DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR - Email- prdelvacyr@hotmail.com.
11. DONG YU LAN, a graça vem com Cristo, 1ª edição janeiro de 1998, editora vida, São Paulo SP, e-mail: editora@eavida.com.br
12. ELIENAL CABRAL, lições bíblicas, 1º trimestre 2007, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
13. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 3º trimestre 2004, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
14. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 4º trimestre 1991, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
15. ELIEZER LIRA, lições bíblicas, 1º trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
16. EZEQUIAS SOARES SILVA, lições bíblicas, 2º trimestre de 1997, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
17. EZEQUIAS SOARES, lições bíblicas, 2ª trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
18. ICP, INSTITUTO CRISTÃ DE PESQUISA, Série Apologética, Volomes I - VI, Site, www.icp.com.br
19. JOSÉ ELIAS CROCE, Lições bíblicas, 1º trimestre 2000, Ed. Betel.
20. JOHN LANDERS, Religiões mundiais, Juerp, Rio de Janeiro, 3ª Edição, 1994.
21. JOHN STOTT, Romanos, 1ª Edição, 2000, Ed. ABU, SC.
22. JÜRGEN BECKER, Apóstolo Paulo, Edição 2007, Editora Academia Cristã.
23. JOSÉ PIO DA PAZ, O que é o Adventismo, 2ª Edição 1984, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
24. NOTICIAS CRISTÃS, Líder De Seita Que Prega Poligamia Pode Pegar Prisão Perpétua, http://www.noticiascristas.com/search/label/Seitas - acesso dia 19/05/2009.
25. NOTICIAS CRISTÃS Mulher morre durante parto por recusar transfusão, Postado segunda feira 5 de Novembro de 2007, http://www.noticiascristas.com/search/label/Seitas acesso dia 21/05/2009.
26. PEDRO SEVERINO DA SILVA, O homem: corpo, alma e espírito, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
27. RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
28. RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
29. RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
30. ROBERT BOWMAN, tradução, Elvis Brassaroto Aleixo, As Testemunhas-de-Jeová.
31. SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
32. SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
33. SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
34. VERA LÚCIA LAUER, Conhecendo as Testemunhas de Jeová, 2ª Edição Agosto de 1996, A.D. Santos editora LMTA, Curitiba PR.

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ SEGUNDO LUCAS 23.43



Nesta matéria, analisaremos o modo como as testemunhas de Jeová interpretam um único versículo da Bíblia, Lucas 23.43, e os argumentos que oferecem em defesa da sua interpretação.

Começaremos com a exposição do texto bíblico na versão Jeová e na versão convencional, de João Ferreira de Almeida:

Lucas 23.43

Tradução do Novo Mundo (TNM) “ele lhe disse: Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no paraíso”

Almeida Corrigida Fiel (ACF) “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”

A Torre de Vigia confessa no rodapé da TNM (Bíblia de Púlpito) que alterou sua tradução, dizendo: “Embora WH coloque uma vírgula no texto grego antes da palavra ‘hoje’ omitimos a vírgula antes de hoje”.

Como se nota prontamente, o único ponto de discordância relevante é se o termo “hoje” pertence à expressão “Deveras, eu te digo” (TNM) ou à expressão “estarás comigo no paraíso” (ACF).

Isso pode parecer sem importância, mas é crucial para as Testemunhas de Jeová sustentarem seu posicionamento doutrinário. Como alguns outros grupos religiosos controversos, os TJs, acreditam que os homens deixam de existir após a morte. Negam que haja uma alma imaterial ou espírito que pode existir como um ser pessoal à parte do corpo. Essa posição é, obviamente, rejeitada por Jesus, que promete ao ladrão arrependido que esse homem estaria com Ele no paraíso “hoje” (no dia da crucificação). Mas, alterando-se a posição da vírgula, essa noção fica totalmente subvertida, fazendo que a idéia de que Jesus e o ladrão foram imediatamente para o paraíso, após suas respectivas mortes, seja eliminada.

A própria posição da vírgula não pode ser determinada por uma simples apreciação do texto grego, porque, no texto grego antigo, não havia nenhuma marca de pontuação: todas as palavras foram justapostas sem nenhum espaço entre elas e todo o texto foi escrito em letras maiúsculas.

A partir disso, poderia parecer, então, que não há nenhum fator probatório que estabeleça qual é, afinal, a tradução correta, portanto, o que se lê na TNM seria uma possibilidade legítima. Contudo, esse não é o caso, como mostraremos nesta matéria. E é justamente isso que nos conduz à nossa primeira observação sobre a interpretação das Testemunhas de Jeová:

1. Os TJs, freqüentemente, assumem o seguinte: se a tradução deles for gramaticalmente possível, então não pode ser criticada.

Mas, geralmente, buscam justificar a interpretação que se ajusta à doutrina que pregam em vez de procurarem buscar a interpretação que melhor se ajusta ao texto. O que não consideram é que estão em pauta muitos outros fatores que requerem muito mais do que somente uma “possibilidade gramatical de tradução”. No caso de Lucas 23.43, há outras considerações que, decisivamente, provam a tradução habitual e correta ignorada pela TNM.

“Em verdade eu te digo”

As palavras “Deveras, eu te digo hoje” são traduzidas mais literalmente como “Em verdade eu te digo”, em grego, amem lego soi. Essa é uma expressão introdutória ou fórmula que Jesus apenas empregava ao introduzir uma verdade que fosse muito importante e/ou, talvez, difícil de ser acreditada (no evangelho de João encontramos o mesmo tipo de ênfase: 5.25; 8.34, 51,58; 10.7). Uma expressão paralela e igualmente enfática que nos ajudaria a entender melhor esse ponto, e que se encontra no Antigo Testamento, seria: “Assim diz o Senhor” (1º Sm 2.27; Is 7.7; Jr 2.2,5; Ez 11.5, 7, 16, 17, entre outros).

É sintomático e suspeito o fato de essa expressão (amem lego soi) aparecer 74 vezes na Bíblia e a TNM observá-la 73 vezes, sendo a única exceção em Lucas 23.43 (a maioria das traduções segue o mesmo padrão em todas as 74 ocorrências).Ora, a menos que haja evidências incisivas de que o contexto registrado em Lucas 23.43 se trata de uma exceção ao padrão das demais referências bíblicas, o texto deveria ser traduzido de acordo com o emprego habitual que Jesus fazia da expressão. Isso nos conduz à nossa segunda observação hermenêutica, que se relaciona com a primeira:

2. Os Testemunhas de Jeová, normalmente, interpretam o texto bíblico dedutivamente em vez de indutivamente.

O que estamos querendo dizer é que eles, normalmente, constroem sua interpretação a partir daquilo que já concluíram ser a “verdade” (raciocínio dedutivo) em vez de examinar todo o material bíblico pertinente antes de assumir uma conclusão (raciocínio indutivo).

A posição da palavra “hoje” no texto

Em defesa da TNM, as testemunhas de Jeová dizem o seguinte: no texto grego, Lucas posiciona o termo “hoje” (semeron) imediatamente após a expressão “Deveras, eu te digo” (Amem lego soi). Mas se Lucas quisesse que a palavra “hoje” fosse entendida como parte da expressão inicial na sentença de Jesus, poderia tê-lo feito simplesmente escrevendo “Em verdade, hoje eu digo a ti”; Ou, ainda: “Em verdade eu digo a ti hoje que” (adicionando a palavra grega hoti, nosso pronome relativo “que”). Essas reformulações se harmonizariam perfeitamente com a interpretação dos TJs. Mas o fato é que o evangelista não empregou nenhuma dessas alternativas. Isso nos conduz à terceira observação hermenêutica:

3. Os TJs, notadamente, não consideram se a interpretação que escolhem é a que mais se ajusta ao teor preciso do texto bíblico.

Apenas se interessam em selecionar uma interpretação que, se possível, não contradiga o texto em questão de maneira muito explícita e, ao mesmo tempo, esteja de acordo com a posição doutrinária que adotam.

Uma nota de rodapé da edição de 1984 da TNM mostra que a versão siríaca (tradução do Novo Testamento datada do século 5º) traz o seguinte texto: “Em verdade, eu digo a ti hoje que comigo estarás no Jardim do Éden”. Ironicamente, essa não é nenhuma evidência a favor da pontuação adotada pela TNM, mas contra ela. Como Bruce Metzger, renomado especialista em grego da Universidade de Princeton, explica: “É justamente porque a versão siríaca rearranja a ordem das palavras (não a pontuação) do que é achado no manuscrito grego original que se pode colocar ‘hoje’ na primeira parte da oração”. Então, a nossa quarta observação hermenêutica é:

4. Os TJs, freqüentemente, consideram as variações textuais mais pobres e as versões antigas mais suspeitas para que possam apoiar seus posicionamentos doutrinários, mas somente quando essas variações e versões antigas não constituem um àquilo que crêem.

O significado do termo “hoje”.

A razão de as testemunhas de Jeová insistirem no texto “Deveras, eu te digo hoje” se firma no seguinte fato: defendem que Jesus estava enfatizando que sua promessa ao ladrão foi proferida naquele dia; isto é, no dia da crucificação deles, quando a fé exercida pelo ladrão arrependido maravilhou o Cristo. Embora isso possa parecer plausível, não há nenhuma evidência para tal explicação no contexto bíblico imediato. O texto não faz nenhuma referência à fé do ladrão, nem há no texto bíblico qualquer outro elemento que apóie essa interpretação.

A interpretação ortodoxa entende que o significado do termo “hoje” remete à petição que o ladrão faz por um lugar no reino futuro e material de Jesus (v. 42), ao que Jesus responde lhe oferecendo um lugar com Ele, naquele mesmo dia, em um paraíso espiritual (v. 43). Essa visão se encaixa diretamente no contexto imediato, por isso é adotada, o que nos leva à nossa quinta observação hermenêutica:

5. Os TJs, regularmente, abusam do conceito de “contexto” alargando sua circunstância imediata com um único propósito: reconstruir suas hipóteses.

O significado do termo “paraíso”.

A palavra “paraíso” possui uma história variada no contexto bíblico. Na Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento, empregada pelos judeus que falavam essa língua no século 1º, a palavra “paraíso” se refere ao Jardim do Éden (Gn 2.8-10, etc.). E também a uma transformação futura da terra de Israel, que se assemelharia ao Jardim de Éden (Is 51.3; Ez 36.35). Contudo, para o judaísmo do século 1º a noção de “paraíso” remetia, principalmente, a um lugar “escondido”, de bem-aventuranças, destinado aos justos no interlúdio de sua morte e futura ressurreição. Esse é claramente o uso empregado na referência que Jesus faz ao paraíso em Lucas 23.43.

Na tentativa de mostrar que essa não era a compreensão judaica nos dias de Cristo, as testemunhas-de-jeová citam o Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, que declara: “Com a influência grega exercida na doutrina da imortalidade da alma, o paraíso se tornou o lugar de habitação do justo durante seu estado intermediário”. Mas no contexto da mesma citação, a obra em análise declara que o conceito de um paraíso intermediário para o morto tinha sido desenvolvido antes da influência grega, pelo judaísmo, depois do período do Antigo Testamento, e que era justamente essa a visão judaica vigente nos dias de Jesus: “Em Lucas 23.43, [a palavra paraíso] está indubitavelmente subordinada às concepções judaicas contemporâneas, e se refere à habitação intermediária do justo”.

Em duas ocasiões diferentes, relacionadas a Lucas 23.43, as testemunhas-de-jeová citam o Dicionário da Bíblia, de James Hasting, para provar que há “pouco apoio” para a “teoria” que afirma que o judaísmo do século 1º tenha concebido um paraíso intermediário. Mas, na verdade, o que Hasting diz é propriamente o oposto: “É certo que a crença em um paraíso inferior prevaleceu entre os judeus, assim como também a crença em um paraíso superior ou divino”. O dicionário também declara, concernente a Lucas 23.43, que “Cristo se referiu ao paraíso celestial”.

Esses dois exemplos do abuso das fontes de estudo das testemunhas-de-jeová nos levam à sexta observação hermenêutica:

6. Os TJs, normalmente, citam, de modo conveniente, as fontes acadêmicas fora de seus respectivos contextos. E, com isso, fundamentam uma conclusão oposta àquilo que a fonte consultada apresenta.

Projetam em suas citações um teor científico de pesquisa para dar a impressão enganosa de que a fonte citada está em harmonia com suas doutrinas.


As únicas outras referências ao termo “paraíso” no Novo Testamento são encontradas em Apocalipse 2.7 e 2ª Coríntios 12.4, e ambas são instrutivas:

Outras duas menções de “paraíso” no Novo Testamento

2ª Coríntios 12.4 “Que foi arrebatado para o paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não lícitas ao homem falar” (TNM)

Apocalipse 2.7 “Àquele que vencer concederei comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus” (TNM)

As próprias testemunhas-de-jeová confirmam que o “paraíso de Deus”, em Apocalipse 2.7, é o paraíso divino, entretanto, não o reconhecem como um estado intermediário usufruído por uma pessoa entre sua morte e sua ressurreição. O texto de 2ª Coríntios 12.4 é até mais interessante. O paralelo entre o “paraíso” e “o terceiro céu” indica que o paraíso citado se refere a um reino divino, como quase todos os exegetas bíblicos reconhecem. De fato, na literatura judaica que circulava no século 1º era recorrentemente dito que o paraíso se localizava no terceiro céu.

Mas os TJs, ensinam que nesse texto, Paulo está se referindo a “um estado espiritual experimentado pelo povo de Deus” durante “o tempo da colheita”, que só viria antes do fim. Em outras palavras, declaram que quando Paulo teve a visão do paraíso, o que ocorreu, na verdade, foi uma visão profética acerca das testemunhas-de-jeová hoje! Essa manipulação baseada no texto de 2ª Coríntios 12.4 nos leva à sétima observação hermenêutica:

7. Os TJs, freqüentemente, alegorizam as profecias e as visões da Bíblia para associá-las aos eventos históricos de seu próprio movimento religioso.

O significado do termo “comigo”.

Jesus prometeu ao ladrão arrependido: “Estarás comigo no paraíso”. E essa declaração contradiz a doutrina das testemunhas-de-jeová de duas maneiras.

Primeira, a expressão “estarás comigo” atesta que todos os crentes em Cristo viverão em sua presença, contrariando a crença TJs, de que a maioria dos crentes, inclusive o ladrão em questão, viverá na terra, enquanto uns poucos selecionados viverão no céu com Cristo.

Segunda, a expressão “comigo no paraíso” também atesta que Cristo foi para o paraíso, contrariando o que as testemunhas-de-jeová ensinam sobre o paraíso que, para elas, será terrestre, permanecendo Cristo no céu.

Os TJs, explicam: “Ele [Jesus] estará com aquele homem no sentido de que Ele o ressuscitará dentre os mortos e cuidará de suas necessidades físicas e espirituais”. Mas em outros textos bíblicos, nos quais Jesus igualmente fala que os crentes estarão com Ele, os TJs, interpretam literalmente (Lc 22.28; Ap 3.21; 14.1; 20.4,6). Não existe nenhuma boa razão para o mesmo não ser observado também em Lucas 23.43. Estamos diante de uma deixa que nos leva à nossa oitava observação hermenêutica.

8. Os TJs, são, freqüentemente, forçados a interpretar expressões simples de maneira altamente figurativa, sem autorização do contexto, para que possam manter seu posicionamento doutrinário.

Para onde Jesus foi?

Quando Jesus morreu, a Bíblia indica que Ele desceu ao inferno, no “abismo” (Mt 12.40; At 2.27,31; Rm 10.7; Ef 4.9; Ap 1.18). Como, então, Jesus poderia prometer ao ladrão que os dois estariam juntos em um paraíso divino? Além disso, Jesus não disse a Maria, mesmo depois de sua ressurreição, que ainda não tinha ascendido aos céus? “Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (Jo 20.17). As testemunhas-de-jeová dizem que esses versículos são incompatíveis com a interpretação ortodoxa de Lucas 23.43.

Antes de responder a esse argumento, chamamos a atenção do leitor para algo importante. Em vez de lidarem com Lucas 23.43 em suas próprias condições e em seu próprio contexto, os TJs, afirmam que Lucas 23.43 não pode querer dizer o que parece significar, porque isso contradiria a compreensão de outras passagens bíblicas. Isso poderia ser entendido positivamente como uma indicação do compromisso que as testemunhas-de-jeová têm com a veracidade absoluta de toda a Bíblia. Mas não há dúvidas de que esse argumento revela, na verdade, um movimento sutil e estratégico, que faz os mais indoutos se perderem na argumentação. Aqui, deparamo-nos com a nossa nona conclusão hermenêutica:

9. Os TJs, recortam partes da Bíblia e as confrontam entre si, a fim de que possam concordar com seu posicionamento doutrinário.

Uma pequena pesquisa sobre o uso histórico do termo “paraíso” elucida essa discrepância aparentemente difícil. No século 1º, o paraíso intermediário judaico era pensado como se fosse o céu propriamente dito, um lugar de venturas, mas, às vezes, também era pensado como um compartimento “feliz”, “bom”, do inferno. As palavras de Jesus em Lucas 23.43, provavelmente, recorrem ao paraíso como uma parte do inferno destinada ao justo, conforme ocorre em Lucas 16.22-26: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá”.

Quer dizer, Jesus não estava prometendo que o ex-ladrão e Ele estariam juntos no céu naquele dia, mas num lugar separado, descansando. Quanto a 2ª Coríntios 12.4, pode ser adicionado aqui que Cristo, realmente, levou consigo o paraíso ao céu, por ocasião de sua ascensão.

Apresentando as coisas dessa maneira, devemos nos lembrar de que o céu habitado por Deus não é um local físico, fixado no nosso universo espacial-temporal. Os “céus” físicos não podem conter Deus (1º Rs 8.27; Is 66.1; At 7.48-49). Nem mesmo se pudéssemos viajar na velocidade da luz poderíamos achar Deus ou sua habitação, procurando-a entre as estrelas. Assim, falar sobre “para onde” Jesus e o ladrão “foram” não deveria ser considerado literalmente.

10. Os TJs, interpretam as realidades espirituais bíblicas de maneira racionalista.

Por “racionalista”, não queremos nos referir simplesmente ao emprego da razão para compreensão, pois também fazemos isso. Aliás, seria impossível não fazê-lo. Mas as testemunhas-de-jeová vão além e exigem que os ensinos da Bíblia se reduzam à compreensão limitada humana. A compreensão humana é finita, mas Deus, em sua essência e entendimento, é infinito. Em qualquer assunto relativo à essência de Deus ou que relacione Deus e sua criação é natural que esperemos paradoxos. O sistema interpretativo das testemunhas de Jeová busca eliminar todo o paradoxo. Os TJs, exigem um Deus que possam entender em sua completude, em suma: um deus pequeno, diametralmente diferente daquele que cultuamos.

Pr. Elias Ribas


FONTE DE PESQUISA

1. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 4º trimestre, 1992, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
2. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 1º trimestre, 1997, CPAD, Rio de janeiro, RJ.
3. BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
4. BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
5. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
6. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
7. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
8. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Lições Bíblicas, 2ª trimestre de 2008, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
9. CLOVIS SANTOS, o Lado culto das Testemunhas de Jeová, http://blog-palavradevida.blogspot.com/2009/01/o-lado-oculto-das-testemunhas-de-jeova.html acesso dia 03/04/2009.
10. DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR - Email- prdelvacyr@hotmail.com.
11. DONG YU LAN, a graça vem com Cristo, 1ª edição janeiro de 1998, editora vida, São Paulo SP, e-mail: editora@eavida.com.br
12. ELIENAL CABRAL, lições bíblicas, 1º trimestre 2007, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
13. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 3º trimestre 2004, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
14. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 4º trimestre 1991, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
15. ELIEZER LIRA, lições bíblicas, 1º trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
16. EZEQUIAS SOARES SILVA, lições bíblicas, 2º trimestre de 1997, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
17. EZEQUIAS SOARES, lições bíblicas, 2ª trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
18. ICP, INSTITUTO CRISTÃ DE PESQUISA, Série Apologética, Volomes I - VI, Site, www.icp.com.br
19. JOSÉ ELIAS CROCE, Lições bíblicas, 1º trimestre 2000, Ed. Betel.
20. JOHN LANDERS, Religiões mundiais, Juerp, Rio de Janeiro, 3ª Edição, 1994.
21. JOHN STOTT, Romanos, 1ª Edição, 2000, Ed. ABU, SC.
22. JÜRGEN BECKER, Apóstolo Paulo, Edição 2007, Editora Academia Cristã.
23. JOSÉ PIO DA PAZ, O que é o Adventismo, 2ª Edição 1984, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
24. NOTICIAS CRISTÃS, Líder De Seita Que Prega Poligamia Pode Pegar Prisão Perpétua, http://www.noticiascristas.com/search/label/Seitas - acesso dia 19/05/2009.
25. NOTICIAS CRISTÃS Mulher morre durante parto por recusar transfusão, Postado segunda feira 5 de Novembro de 2007, http://www.noticiascristas.com/search/label/Seitas acesso dia 21/05/2009.
26. PEDRO SEVERINO DA SILVA, O homem: corpo, alma e espírito, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
27. RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
28. RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
29. RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
30. ROBERT BOWMAN, tradução, Elvis Brassaroto Aleixo, As Testemunhas-de-Jeová.
31. SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
32. SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
33. SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
34. VERA LÚCIA LAUER, Conhecendo as Testemunhas de Jeová, 2ª Edição Agosto de 1996, A.D. Santos editora LMTA, Curitiba PR.




TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E O CASO DOS 144.000 DE Ap 7.4; 14.1, 3.

A FALSA ESCATOLOGIA DOS TJS

Mediante uma interpretação ardilosa, eles afirmam que Jesus veio à Terra, ao seu templo em 1874. Esse templo são as Testemunhas de Jeová que surgiram naquele ano. Também, com uma manipulação igualmente ardilosa de números, eles ensinam que Jesus veio a Terra em 1914 e estabeleceu seu reino através das Testemunhas de Jeová, porém Ele mesmo ficou reinando no céu. Segundo eles, estamos agora em pleno reino milenial de Cristo. Satanás está sendo aprisionado pela luz da verdade divina. Cristo está agora reunindo seus escolhidos, por meio das Testemunhas de Jeová até completar 144.000 (Ap 7.4). Dentro em breve Deus por meio de Jesus destruirá as forças de Satanás na batalha de Armagedom em Israel. Satanás será totalmente aniquilado. Todos os que estiverem vivos nessa ocasião terão uma oportunidade de se salvar. Isso durará 100 anos, conforme Is 65.20. Finda essa oportunidade, os incrédulos serão aniquilados. Os mortos não salvos “reviverão”, tendo também uma segunda oportunidade de salvação; quem se converter viverá com Deus; os demais serão destruídos. (Note, falam de “reviver” não ressuscitar, pois não crêem na ressurreição).

Ensinam que somente 144 mil irão para o céu. Embora eles tenham aproximadamente dois milhões de discípulos afirmam que somente 144.000 irão para o céu com Jesus, e que esse número é composto unicamente das Testemunhas de Jeová.

Tudo irá depender da quantidade de folhetos distribuídos e das obras distribuídos e das obras realizadas. Declaram: “... nem toda a testemunha de Jeová espera ir para o céu. Um pequeno rebanho de 144 mil, tem essa esperança!”.

O Deus Jeová, Todo-Poderoso, limitou-se ao número de 144 mil para tomar parte no Corpo de Cristo e reunir-se com Ele no reino celeste de Deus. Serão 144 mil compostos de testemunhas de Jeová.

Eles dizem que esse grupo são os “escolhidos” que viverão no reino celeste com Deus; os demais salvos viverão aqui na terra, no paraíso terrestre; isto é, no reino terrestre de Deus. Dizem mais que os 144.000 constituirão a única que viverem no paraíso terrestre não farão parte da Igreja.

“Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel” (Ap 7.4).

Alguns dizem que os 144 mil foram para o céu em 1914 quando Jesus voltou a terra espiritualmente e ressuscitou este pequeno rebanho, e outros dizem que estes são os ungidos de Jeová, alguns vivem na Sociedade Torre de Vigia e outros espalhados pela face da terra, mas restam poucos deles, pois a maioria já morreu e espera o dia do juízo para serem ressuscitados e governar a nova terra junto com Jeová, são eles os privilegiados que irão morar no céu, o outro grupo é considerado inferior, ou ovelhas que não são deste aprisco, segundo Jo 10.16, estes herdarão a terra, fazendo parte da Nova Ordem. Os 144 mil são considerados judeus espirituais ou ungidos do Senhor dos quais, só as Testemunhas de Jeová fazem parte.

Com estes ensinos, tem gerados muitas confusões entre eles mesmo, contrariando a Bíblia que mostra em Romanos 10.13: “Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Jesus mesmo afirmou em João 3.16: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.


Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA

1. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 4º trimestre, 1992, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
2. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 1º trimestre, 1997, CPAD, Rio de janeiro, RJ.
3. BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
4. BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
5. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
6. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
7. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
8. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Lições Bíblicas, 2ª trimestre de 2008, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
9. CLOVIS SANTOS, o Lado culto das Testemunhas de Jeová, http://blog-palavradevida.blogspot.com/2009/01/o-lado-oculto-das-testemunhas-de-jeova.html acesso dia 03/04/2009.
10. DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR - Email- prdelvacyr@hotmail.com.
11. DONG YU LAN, a graça vem com Cristo, 1ª edição janeiro de 1998, editora vida, São Paulo SP, e-mail: editora@eavida.com.br
12. ELIENAL CABRAL, lições bíblicas, 1º trimestre 2007, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
13. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 3º trimestre 2004, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
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17. EZEQUIAS SOARES, lições bíblicas, 2ª trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
18. ICP, INSTITUTO CRISTÃ DE PESQUISA, Série Apologética, Volomes I - VI, Site, www.icp.com.br
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23. JOSÉ PIO DA PAZ, O que é o Adventismo, 2ª Edição 1984, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
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26. PEDRO SEVERINO DA SILVA, O homem: corpo, alma e espírito, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
27. RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
28. RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
29. RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
30. ROBERT BOWMAN, tradução, Elvis Brassaroto Aleixo, As Testemunhas-de-Jeová.
31. SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
32. SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
33. SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
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